Como surpreender seus clientes

Em meio a tantas empresas no mercado, conseguir prender a atenção dos clientes é uma vantagem estratégica muito desejada pelos empreendedores. É preciso se diferenciar dos concorrentes, conseguir destaque para o produto e ainda agradar o consumidor. E tudo isso pode ser conseguido através da surpresa.

A surpresa é um acontecimento imprevisível e rápido, que supera as expectativas e causa admiração. Se bem feita, pode ter resultados ótimos no faturamento de um negócio. Em palestra durante a Feira do Empreendedor 2016, Marcelo Pinto, advogado e doutor da alegria, deu dicas sobre como utilizar o fator surpresa para melhorar os resultados de uma empresa.

Expectativa, realidade e suspense

Segundo Pinto, a surpresa é medida por uma fórmula simples: o resultado menos a expectativa do cliente. “Por coincidência, essa é a mesma fórmula para calcular a felicidade, afinal, felicidade nada mais é que o resultado da realidade em que a pessoa está menos a expectativa que ela tinha”, diz.

O caso de um comerciante que tem como meta vender um carro por dia serve de exemplo. “Se ele não vender um carro no fim do dia, ficará triste, pois seu resultado foi menor que o esperado. Agora, se em uma dia conseguir vender dois carros, terá superado suas expectativas e estará feliz”, afirma.

Portanto, elevar a expectativa de alguém, principalmente do cliente, pode ser muito arriscado. Se a expectativa for muito grande e o resultado, pequeno, a surpresa não tem efeito e, inclusive, existe o risco de causar insatisfação no cliente.

Planejar uma surpresa pode ser angustiante, pois é preciso mantê-la em segredo. Quando uma marca começa a divulgar a data de um anúncio, por exemplo, e cria um suspense, o cliente fica alerta, e isso aumenta as expectativas. “O suspense mata a surpresa, pois exige que ela tenha um resultado fantástico para bater as expectativas dos clientes”, diz.

Por que surpreender?

A admiração que o cliente surpreendido cria em relação a uma marca pode gerar resultados muito bons para a empresa. Segundo Pinto, a surpresa ativa a memória do cliente e faz com que ele se lembre da marca com mais facilidade, o que tem impacto direto em suas ações.

O consumidor começa a ignorar os concorrentes, vira um consumidor fiel e sempre compra tudo de novo que for lançado, sem se importar com o preço. Além disso, o cliente também começa a atuar em favor da marca compartilhando com seus amigos as experiências que teve. Como exemplo, o especialista cita Apple, que tem consumidores no mundo todo que atuam como fãs da empresa. “Quando o cliente está satisfeito, ele conta, em média, para oito pessoas.

Agora, se ele estiver insatisfeito, ele contará para 22 pessoas. Isso porque o poder da expectativa negativa é muito maior e acaba quase sendo uma sensação de vingança. É como se ela se sentisse traída”, diz.

Como surpreender?

Uma surpresa pode ser uma promoção, um novo produto, uma mudança de ambiente ou até mesmo uma atitude. “Lembrar o nome de um cliente depois de um mês, por exemplo, é surpreendente”, diz Pinto.

Existem algumas características que um empreendedor deve cultivar para poder criar boas surpresas a seus clientes. Ele precisa sempre estar preocupado em se reinventar para se diferenciar dos seus concorrentes. “Se continuarmos fazendo as mesmas coisas, sempre teremos os mesmo resultados. É preciso sempre buscar algo a mais”, diz.

O empreendedor precisa manter seu produto simples, pois a facilidade e agilidade de um serviço ou produto também pode impressionar um cliente. “É o caso da Netflix. Eles não inventaram nada, apenas diferenciaram seus produtos e deixaram tudo mais simples, e isso impressionou muita gente”.

Por último, ele destaca a curiosidade como um recurso a ser valorizado na hora de pensar em uma surpresa. É preciso ter cuidado para não deixar a curiosidade virar suspense, mas quando bem utilizada, ela pode gerar bons resultados. “Álbuns de figurinhas e chocolates com brinquedos dentro são exemplos produtos que usam esse recurso da curiosidade”, diz.

por Valdir Ribeiro Jr | Fonte Pequenas Empresas Grandes Negócios

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3 atitudes para segurar o consumidor

Saiba o que fazer para manter o cliente durante a crise – e depois que ela acabar

fonte: PEGN (Pequenas Empresas Grandes Negócios | Por Marisa Adán Gil – 21/03/2016

O comportamento do consumidor costuma sofrer várias transformações em tempos de instabilidade econômica. “O que muita gente não percebe é que essas mudanças são permanentes. Mesmo que a crise acabe, o cliente não irá retomar os hábitos anteriores”, diz Adriano Araújo, CEO da consultoria de marketing Dunnhumby, que tem entre seus clientes Pão de Açucar e Drogasil. A afirmação foi feita durante o 40 Fórum Nacional do Varejo, Consumo e Shopping Centers, evento realizado no último fim de semana ho Hotel Sofitel Jequitimar, no Guarujá, litoral de São Paulo.

Segundo pesquisa recente da consultoria, 59% dos consumidores brasileiros reduziram as compras, e 66% deles foram atrás de preços mais acessíveis. O surpreendente é que essa busca por produtos mais baratos não acontece em todas as áreas. Eles poupam em produtos mais básicos, como artigos de limpeza e perfumaria, mas continuam mantendo pequenos luxos como salgadinhos, biscoitos e bebidas, por exemplo. “O cliente pode até comprar sabão e pó mais barato, mas se recusa a trocar a marca da cerveja – ou do celular.” Esse tipo de atitude não ocorre só no Brasil. “O mesmo fenômeno foi observado na crise econômica europeia.” Outra mudança é a busca por produtos que tragam percepção de valor. “Ele passa a questionar: será que vale a pena pagar tanto por esse produto”. E vai atrás de artigos com o mesmo nível de qualidade, mas que possam ser comprados por menos – entram aí os descontos e promoções especiais.

A experiência europeia comprova: depois que a crise passa, esses hábitos não desaparecem. “Agora que o cliente se acostumou a pagar menos por determinados produtos, nunca mais vai voltar atrás”, diz. É o varejista que tem que se adaptar a esse novo comportamento, oferecendo itens básicos a preços menores e atraindo clientes com promoções exclusivas – mesmo em tempos de bonança. Araújo sugere três atitudes básicas para reter o consumimdor, durante a crise e depois dela.

1. Entenda as necessidades e as escolhas dos clientes. Para isso, será necessário recorrer a análises de dados que mostrem seu comportamento de compra, mostrando quais produtos considera básicos, e quais não pretende abrir mão.

2. Foque em quem já está dentro da sua loja. Quem investe nos clientes antigos ter um retorno sobre o investimento sete vezes maior do que quem tenta conquistar a freguesia da concorrência. “Você precisa vender coisas diferentes para esse cliente fiel e aumentar sua frequência de compra.”

3. Melhore a sua percepção de preço. Nem sempre é preciso baixar os valores: basta trabalhar com a percepção que o cliente tem da sua marca. “Ele precisa acreditar que a relação entre o que você entrega e o que cobra é justa.” Se enxergar valor no seu produto, não se importará em pagar um pouco mais por ele.

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5 dicas para aumentar sua clientela

A palavra “crise” tem sido mencionado com frequência pelo povo brasileiro, principalmente para quem tem seu próprio negócio. Portanto é necessário estudar não somente sobre sua área de trabalho, mas também como conseguir aumentar suas vendas.

Segue abaixo 5 dicas essenciais que ajudará você afastar a crise de sua empresa e aumentar a sua clientela:

1 – Seu Futuro Cliente precisa encontrá-lo

Você pode estar pensando o quão óbvio é esse tópico, mas a questão em si é: como fazer isso?
Lembre-se que seu futuro cliente ainda não te encontrou, com certeza é mais que nossa obrigação fazer com que ele nos encontre.

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Arroz-doce é nova moda em franquias

Decidido a mudar de ramo, Junior Leite apostou no típico doce junino e abriu a Dona Hortê em 2015, rede de franquias que fatura R$ 30 mil por mês.

Por Priscila Zuini com Rennan A. Julio – 20/10/2015 / FONTE: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Empreendedor apostou em arroz-doce na sua franquia (Foto: Divulgação)

Cupcakes, frozen yogurt, brigadeiros, paletas. Para quem achava que as franquias já tinham explorado todos os doces possíveis, a Dona Hortê prova que ainda há espaço. Especializada em arroz doce, a empresa foi criada no começo do ano e fatura cerca de R$ 30 mil ao mês. A ideia de negócio foi de Junior Leite, 39 anos, depois do curso de empreendedorismo A+E – Atitudes Empreendedoras, da Sociedade Brasileira de Desenvolvimento Empreendedor.

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3 dicas para administrar a página da sua empresa no Facebook

A especialista em marketing digital Camila Porto desconstrói mitos sobre a plataforma

Por Fabiana Pires – 29/10/2015 / FONTE: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

A especialista e seu livro "Facebook Marketing: Como gerar negócios na maior rede social do mundo" (Foto: Divulgação)

Para a especialista em marketing digital, Camila Porto, de 27 anos, uma das principais dificuldades de quem começa uma página de empresa no Facebook é saber exatamente que tipo de conteúdo postar.

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Empresa fatura R$ 2 milhões com sorvete para cachorro

Empreendedores criaram petisco gelado á base de soja para animais

Por Priscila Zuini – 28/10/2015 / FONTE: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Os sócios investiram R$ 600 mil para criar o sorvete (Foto: Priscila Zuini)
O economista Fabio Alle voltou encantado dos Estados Unidos depois de conhecer um produto no mínimo inusitado: sorvete para cachorro. Resolveu pesquisar sobre o mercado pet e junto com o psicólogo Vagner Batista criou a Unifood, no final de 2013

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Garota de 15 anos fatura alto com agência de babás

Aluna do ensino médio, a americana Noa Mintz tira cerca de US$ 500 mil por ano

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios (PEGN) / Redação

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Noa Mintz tem apenas 15 anos e já fatura cerca de US$ 500 mil por ano. Ainda na escola, em agosto de 2012, a moça começou sua própria agência de babás, a Nannies by Noa, que chegou a 190 clientes em três anos.

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